Atividades de prevenção marcam o dia de combate ao Aedes aegypti

No dia nacional de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, comemorado na última sexta-feira (30/11), a Secretaria de Saúde, por meio da equipe do Programa Municipal de Combate à Dengue (PMCD), realizou atividades de panfletagem pelas principais ruas do Centro e também afixados cartazes em pontos estratégicos.

Os funcionários explicavam aos pedestres a importância de controlar os possíveis focos de mosquito e dedicar 10 minutos, por semana, para realizar pequenas tarefas no combate ao mosquito, como vedar caixas d´àgua, manter calhas limpas, tratar piscinas, dentre outras dicas.

O supervisor técnico do PMCD, José Luiz Souza Ribeiro, explicou que, ao longo ano, o programa realiza ações constantes de monitoramento e de combate ao mosquito, por meio de visitas dos agentes, respeitando seis ciclos bimestrais com inspeção e tratamento focal com biolarvicida, intensificando as ações no período do verão. “O trabalho de conscientização é fundamental para alertar a população que o principal instrumento para combater o mosquito está em suas mãos, e, que a partir da adoção de medidas simples, como constantes vistorias para manter o seu ambiente doméstico e de trabalho limpos, é possível impedir a sua proliferação e a criação de larvas. É um esforço que vai muito além da capacidade do poder público exige a colaboração e participação efetiva de todos”, destacou.

O supervisor técnico informou o Centro (Pedreiras), São José do Imbassaí, Inoã e região litorânea são os bairros mais críticos no município e que pneus, prato de vaso de plantas, garrafas e calhas são os principais criadouros onde são encontrados focos do mosquito Aedes aegypti. “Um dos maiores desafios é monitorar as residências de veraneio que ficam fechadas por longo tempo. Precisamos conscientizar sobre a necessidade de ser uma missão constante e de todos”, destacou.

Abordado pela equipe do programa, o morador do Flamengo, Jorge dos Santos, de 61 anos, disse que já segue todas as recomendações. “Infelizmente, já tive dengue e chikungunya, fiquei de cama e sinto dores até hoje. Por isso, tomo todos os cuidados possíveis”, afirmou. Renata Martins, de 33 anos, moradora de Itaipuaçu, estava acompanhada do filho Gabriel Martins, de quatro anos, durante a abordagem. Ela disse que monitora todos os dias e que ainda incentiva o filho a vistoriar junto com ela. “É importante que desde cedo ele entre nessa luta contra o mosquito. Ele me ajuda a olhar os vasinhos das plantas e a vigiar poças de água”, ressaltou.

Já o aposentado Francisco Paulo Vieira, de 79 anos, mantém todos os possíveis focos cobertos, isolados e tratados. “Não me arrisco e fiscalizo toda semana”, avisou. A moradora de Araçatiba, Maria Luíza Cube, de 75 anos, disse que faz a parte dela. “Não deixo água ficar parada, fiscalizo os vasos de plantas, mas fico de olho também na vizinhança. Se o mosquito chegar na casa do meu vizinho, me afeta também”, salientou.

Fotos: Marcos Fabrício

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