Festmar reúne famílias em Araçatiba

O Festival de Maricá (Festmar) fez parte da programação em comemoração aos 205 anos de emancipação político administrativa do município, e levou um animado público familiar para a Praça Tiradentes (Araçatiba) nos últimos dias 24, 25 e 26/05. 

Além de shows musicais e atrações infantis, o evento contou com uma praça de alimentação repleta de food trucks com comidas variadas e cervejarias artesanais. “É um evento tranquilo, dá para curtir com as crianças e também tem muita comida boa e shows para os adultos”, contou Aidan Souza Silva, de 42 anos. 

Durante a apresentação da Banda Tatudoemcasa, os vocalistas Cida Santos e Sirlei Cowboy levaram muita dança e alegria para todas as idades, com a participação especial de personagens vivos como Homem de Ferro, Hulk, Turma da Mônica, Masha e o Urso. Acompanhada do filho Davi, de 4 anos, Jessica Guterres, de 31 anos, aprovou a festa. “Está cheio de atrações! Já aproveitamos o parquinho, o pula-pula e ele tirou fotos com alguns personagens do desenho PJ Masks, estamos achando maravilhoso”, disse. 

A parte musical foi do pop ao forró passando pelo rock, com direito a tributos aos maiores artistas do rock nacional. Em cada noite, Renato Russo, Cazuza e Raul Seixas receberam homenagens de seus ‘covers’. Outras opções foram uma exposição de carros antigos, food trucks e brinquedos para crianças, além das já conhecidas esculturas na areia.

Na sexta-feira (24/5), a abertura foi com a banda Thunderock detonando o melhor do rock and roll, que seguiu a todo vapor com a banda Os Imortais. A noite terminou com o cantor Dario Aaron e sua homenagem a Renato Russo, onde levou o melhor do repertório da Legião Urbana com direito a uma caprichada caracterização.

Exposição de veículos antigos movimenta orla de Araçatiba 

Muitas histórias bacanas por trás de cada veículo em exibição na Exposição de Carros Antigos realizada neste domingo (26/5), na orla de Araçatiba, durante o Festival de Maricá (Festmar), organizado pela Secretaria de Turismo.

Fuscas, Chevettes, Malibus, Variantes, Opalas, Kombis são algumas das relíquias expostas que atraem os curiosos e colecionadores de diversas partes do país. A mostra integrava a programação de eventos pelo aniversário de 205 anos de emancipação político administrativa do município.

O presidente do clube Sobre Rodas, Rodrigo Cascaes, organizador do evento, destacou que mais de 150 veículos participaram do encontro que reuniu clubes do Rio de Janeiro, Niterói, Itaboraí e São Gonçalo. “É o segundo ano desse encontro que tem a proposta de divulgar a cultura de conservação dos veículos antigos e também serve para reunir amigos com gostos em comum”, declarou.

Alfredo Martinez Vazquez, de 69 anos, e sua mulher Gilda Vazquez, de Bangu, trouxeram seu fusca verde 1981. “Já viajamos com ele pelo Pantanal, São Luís do Maranhão, Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Esse carro é meu companheiro de vida. Já me ofereceram R$ 120 mil por ele e recusei”, declarou.

Rômulo Sá, morador de Itaipu, faz parte do clube de São Gonçalo Família Ferrugem Air Cooled, contou como surgiu o interesse por carros antigos. “Não queria andar de moto na chuva, então comprei um fusca 1969. Há quatro meses, comprei essa Kombi que estava totalmente desmontada. Já gastei mais de R$ 40 mil com a compra e com as peças e serviços”, explicou.

Theodoro Augustho Sampaio, de 65 anos, morador de Itapeba, adorou ver os modelos. “Esse evento me fez recordar a minha adolescência e relembrar muitos momentos bons que vivemos sobre rodas. Pretendo seguir os clubes e começar a acompanhar esse tipo de encontro por diversas cidades do estado”, frisou. 

Dança árabe-indiana arranca aplausos em Araçatiba

Quinze bailarinas da Casa da Terceira Idade de Maricá arrancaram aplausos do público que lotou o espaço do entorno da Praça Tiradentes, em Araçatiba, na tarde do dia 26/05, aniversário de 205 anos de emancipação do município.

Músicas árabes e indianas deram ritmo e movimento às dançarinas, vestidas com roupas típicas, sapatilhas e argolas com correntes prendendo orelha e nariz. O som dos instrumentos árabes levantou o público, diversificado entre jovens e idosos.

A professora de dança árabe e de dança do ventre, Chris Zhara, explicou que resolveu inovar um pouco e investir na fusão da dança árabe com a indiana.

“O som é mais lento, porém tão contagiante quanto o ritmo árabe. As evoluções são bonitas, o som é árabe mas o gestual têm base na religião hindu”, adiantou.

A secretária de Políticas para a Terceira Idade, Lezirée Figueiredo, se encantou com a apresentação. “Sou a maior fã destas meninas. Aprecio a vitalidade delas, pois tem mais fôlego que muita adolescente, além da disposição de aprender e recomeçar a vida. Muitas passaram por traumas físicos e emocionais, e superaram com as atividades e o ambiente de amizade que a Casa da Terceira Idade oferece”, enfatizou.

Foto: Elsson Campos e Katito Carvalho

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