CEO realiza mutirão de cirurgias odontológicas para diminuir demanda do município

Com o objetivo de reduzir a demanda de procedimentos cirúrgicos odontológicos no município, que chega a 48 por semana, a Secretaria de Saúde realizou no último sábado (05/10) o mutirão de cirurgias odontológicas.

A ação aconteceu na Clínica de Ortodontia do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), localizada na Avenida Prefeito Ivan Mundin, 737, no Boqueirão.

Para atender à população, o local contou com o reforço da unidade móvel, além de disponibilizar os seis consultórios dentários. Em cada um deles havia uma equipe composta por três cirurgiões: um especialista em bucomaxilo, um especialista em cirurgia e mais um auxiliar de saúde bucal.

“Vamos fazer uma média de 10 atendimentos por consultório na parte da manhã e mais 10 no período da tarde. O objetivo é sanarmos essa demanda alta de cirurgias que temos no município e darmos celeridade para fazer uma marcação imediata. Até na semana passada, por exemplo, estávamos com agenda somente para dezembro. Então resolvemos fazer esse mutirão em parceria com a equipe de bucomaxilo do Hospital Municipal Conde Modesto Leal”, explicou a coordenadora do CEO, Suany Marins.

Ao sair da unidade móvel com sua bebê de quatro meses no colo após ela fazer um procedimento de frenectomia (remoção do freio labial), Tuane Faria de Souza, de 32 anos, elogiou a rapidez do processo.

“Estava com medo da cirurgia por ela ser uma bebezinha, mas foi muito rápido. Sei que quanto mais cedo for feita essa cirurgia, melhor para ela”, observou a auxiliar de creche. A paciente se submeteu ao procedimento, pois sua língua atrapalhava na amamentação.

Acompanhando seu filho Yago Carvalho, de 13 anos, que precisou realizar um procedimento cirúrgico após colocar aparelho dentário, Viviane Carvalho, de 36 anos, parabenizou a qualidade e a celeridade do serviço.

“Na segunda-feira viemos fazer a colocação do aparelho e já tive a oportunidade de marcar a cirurgia dele para hoje”, relatou. “Se não tivesse essa chance aqui hoje só conseguiria em dezembro ou no ano que vem. É uma oportunidade que vai ajudar bastante a população de Maricá”, acrescentou a enfermeira, que também é assistida pela equipe no tratamento de obturação.

Morando há pouco tempo no município, William Matheus Nascimento, de 26 anos, também atentou para a rapidez no procedimento. “Não tem comparação. Lá no Rio de Janeiro temos que esperar cerca de 1 a 2 anos para poder fazer esse serviço. Temos que ficar na fila do Sisreg (Sistema de Regulação) e aqui eu consegui em menos de um mês”, avaliou o atendente que veio de Pilares, na Zona Norte da capital fluminense.

Fotos: Elsson Campos

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