Ponta Negra recebeu CRAS Itinerante

A ação social do “CRAS Itinerante” aconteceu no último sábado na E.M Reginaldo Domingues dos Santos, em Ponta Negra. A equipe do CRAS Itinerante, junto com o CRAS Região Oceânica (equipamentos vinculados à Secretaria de Assistência Social), com parceria das demais secretarias municipais, ofertaram diversos serviços para os moradores de Ponta Negra.

“Esse é um trabalho que só se fortalece, graças também à parceria com as outras secretarias”, disse o secretário de Assistência Social, Jorge Castor. “Esta ação faz com que se fortaleçam os vínculos entre os responsáveis dos alunos com a rede de ensino”, avaliou a diretora adjunta da escola, Andréa Antão.

A equipe da Secretaria de Agricultura, Pesca e Pecuária distribuiu cerca de 100 mudas frutíferas. A Secretaria de Saúde levou as equipes dos Programas do Homem, Imunização e as enfermeiras e agentes comunitários da ESF de Ponta Negra. Foram dadas orientações, as carteiras de vacinação das crianças foram conferidas, foram oferecidos testes rápidos como de glicose, aferição de pressão e pesagem para o programa Bolsa Família. Casos considerados mais complexos receberam encaminhamento para as  unidades de Saúde próximas.

Os moradores tiveram orientações jurídicas e dos serviços do Acolhimento Social, Sapad, CREAS, Equoterapia, além de se inscreveram no casamento comunitário. Todos estes equipamentos vinculados à Secretaria de Assistência Social.

A equipe do instituto Rosa Mello cortou e escovou os cabelos das mulheres e ofereceu também o design de sobrancelhas. A equipe da concessionária de energia ENEL estava orientando sobre economia de energia, realizando cadastro de baixa renda (para beneficiários do cadastro único) para receberem desconto na conta de luz e trocando lâmpadas fluorescentes ou incandescentes por uma de LED.

Beatriz Ramos, de 32 anos, aproveitou a ação para tirar todas suas dúvidas sobre a Equoterapia. “Meu filho é atendido no SAREM, há dois anos. Sempre ouvi as mães de lá falarem sobre os benefícios deste tratamento, mas só agora resolvi saber se meu filho de 7 anos poderia entrar nesse programa. As técnicas me orientaram a ir até o Haras, para avaliarem a possibilidade do Nicolas participar”, disse.

Silvana Rodrigues, de 33 anos, perdeu seus direitos trabalhistas na empresa na qual trabalhou por 4 anos e meio. Foi orientada sobre todo o procedimento e agendou um dia no CRAS para análise jurídica, além de atualizar seu cadastro único. “Fui demitida, pois tive que ficar com minha filha. Inclusive, tenho que incluí-la no Bolsa Família,” contou.

Camila Corrêa, de 30 anos, também foi atualizar seu cadastro único e pediu informações sobre o programa municipal Moeda Mumbuca. Danielli Amaral, de 37 anos, fez o cadastro em 2007, no CRAS Região Oceânica e é participante das oficinas geradoras de renda da unidade.

Fotos: Divulgação

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