Médicos do amor

Voluntários levam alegria a pacientes internados no hospital municipal

Que rir é o melhor remédio, ninguém tem dúvida.E pensando em levar um pouco mais de alegria aos pacientes internados no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, um grupo de voluntários coloca o nariz vermelho, maquiagem e se transforma nos ‘Médicos do amor’ espalhando alegria pelos corredores da unidade. As visitas normalmente acontecem toda a semana as quintas e aos sábados e em todos os setores do hospital.
O idealizador do projeto é o arquiteto Josué Gomes Filho, o Doutor Fininho. Ele conta que as visitas começaram em setembro e que a cada dia ouve uma história diferente dos pacientes e familiares. “Ninguém tem formação de palhaço, quando a gente coloca o nariz tudo se transforma. Esquecemos a dor e o sofrimento, já que o próximo precisa Queremos também com esse projeto trazer um pouco de alegria para a equipe médica. Eles trabalham sob pressão, lidam com a perda diariamente”, explica Josué.
Para Jessé Paz, coordenador de Humanização da unidade hospitalar, esse tipo de trabalho é importante para melhorar o ambiente hospitalar e a saúde dos pacientes. “Nosso trabalho é cuidar das pessoas, procuramos oferecer o melhor para os pacientes. Com isso trazemos um pouco de esperança para os pacientes e conforto aos acompanhantes”, relatou.
Ainda de acordo com Josué, eles acabam se apegando as pessoas e que em cada enfermaria tem um paciente mais antigo e servem de consolo, conforto, um ombro amigo. “Fazemos rir, chorar, deixando provocar esperança nas pessoas, acompanhando o estado de cada paciente, oferecendo um conforto espiritual, segurança; doando esforço e tempo”, completou.
Desde que começaram já são 30 voluntários ativos e normalmente quatro participam de cada visita. Nesse mês de janeiro acontece a terceira edição. Os cursos acontecem na Assembleia de Deus Ministério Avivar, em Pindobas, mas a equipe pode ir a clubes, igrejas e associações para ministrar o curso.
O casal Sabrina Elizeu e Cristiano Elizeu são a Doutora Fominha e o Doutor Franjinha. Eles contam que conheciam o projeto por meio do Josué e participaram da primeira edição do curso. “Pedimos a Deus que se fosse da vontade dele aprenderíamos, pois acreditávamos que não tínhamos o dom.Mas a vontade e o amor ao próximo eram maior e começamos a fazer parte”, comentaram orgulhosos.
Uma das participantes chegou ao projeto pois estava internada. Natany Fernandes dos Santos da Silva é a Doutora Dom Dom. “Eu já tinha visto o trabalho deles durante a Marcha para Jesus. O trabalho é lindo, muda completamente o ambiente”, comentou.
A dona de casa Adriana de Souza estava com a filha de um ano internada com virose intestinal e de acordo com ela a visita dos palhaços fez toda a diferença. “Muito bom essa atividade aqui no hospital. As crianças ficam sofrendo por estarem doentes e isso acaba trazendo alegria para elas”, comentou.
O amor e entrega dessas pessoas muda a vida dos enfermos e faz toda a diferença.

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