Maricá amplia para 100 o número de leitos de Covid-19 nos hospitais municipais

Como resposta ao crescimento do número de casos de Covid-19 na cidade, a Prefeitura de Maricá, entre outras medidas adotadas, ampliou o número de leitos destinados aos pacientes com a doença nos hospitais da Rede de Urgência e Emergência do município.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o quantitativo de leitos passou de 55 – número que era compatível com o comportamento da pandemia antes do crescimento do número de casos – para os atuais 100 leitos de Covid-19.

Além da ampliação dos leitos. a Prefeitura já havia realizado intervenções rápidas, restabelecendo o polo de atendimento para Covid-19 em Itaipuaçu e instalando um novo polo em Inoã. As duas localidades apareceram como pontos prioritários após a pesquisa Sentinela, que mapeou o comportamento da pandemia em toda a cidade.

“Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para que os maricaenses tenham um tratamento de qualidade. Toda nossa rede de Saúde está motivada e trabalhando para que o SUS seja tudo o que esperamos dele. Não podemos esmorecer, a luta ainda não acabou. Por isso, já estamos estudando a possibilidade de aumentar ainda mais esse número de leitos em caso de necessidade”, comenta a secretária de Saúde Simone Costa.

O Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro, aumentou de cinco para 15 o número de leitos reservados para pacientes com complicações devido à Covid-19, no fim da última semana. Por sua vez, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em São José de Imbassaí, ampliou, nas últimas duas semanas, de 50 para 85 leitos no total, sendo 45 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 40 de Semi-intensiva – todos para o tratamento especializado de pacientes diagnosticados com Covid-19.

O restante da Rede de Urgência e Emergência, a UPA, em Inoã, e o Pronto Atendimento 24 horas Santa Rita, em Itaipuaçu, recebeu tendas para acolhimento, triagem e encaminhamento de pacientes com sintomas de Covid-19. O fluxo de pacientes segue o mesmo desde o início da pandemia: as unidades da Rede recebem o paciente, o estabilizam e fazem a regulação para o Hospital Municipal Ernesto Che Guevara.Foto: Ayra Rosa/ divulgação

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